Receptive and expressive language of institutionalized children
Linguagem receptiva e expressiva de crianças institucionalizadas
Elen Caroline Franco; Andréa Cintra Lopes; Simone Aparecida Lopes-Herrera
Abstract
Purpose: to assess the level of language development of children who are in shelters and compare it to the children who always remained with the biological family.
Methods: participants were 30 children aged 14 to 47 months. For language assessment was used the Test Assessment of Language Development and the hearing assessment was held on visual reinforcement audiometry with PA5 Pediatric audiometer. The verification of the hearing was made as way to investigate possible risk factors for development of the language.
Results: statistical analysis revealed that, comparing children in the shelter with those who have always been with biological families, there was no statistically significant difference by Receptive, Expressive or Global Language. However, it may be verified that there was a higher rate of disturbances language in children who were in shelters.
Conclusion: it was observed that children from the shelter showed no statistically significant difference when compared to children who always been with biological families.
Keywords
Resumo
Objetivo: verificar o nível de desenvolvimento da linguagem de crianças que estão em abrigos e compará-lo ao de crianças que sempre permaneceram com a família biológica.
Métodos: foram participantes deste estudo 30 crianças com idade entre 14 e 47 meses. Para avaliação da linguagem foi utilizado o teste Avaliação do Desenvolvimento da Linguagem e, para a triagem da audição, foi realizada a audiometria com reforço visual utilizando o audiômetro pediátrico PA5. A verificação da audição foi feita como forma de averiguação de possíveis fatores de risco para o desenvolvimento da linguagem.
Resultados: a análise estatística permitiu constatar que, comparando as crianças do abrigo com as que sempre estiveram com a família biológica, não houve diferença estatisticamente significante quanto a Linguagem Receptiva, Expressiva ou Global. No entanto, pode ser verificado maior índice de distúrbios de linguagem nas crianças que estavam em abrigos.
Conclusão: observou-se que as crianças abrigadas não apresentaram diferença estatisticamente significante quando comparadas às crianças que sempre permaneceram com suas famílias biológicas.
Palavras-chave
Referências
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Submetido em:
02/06/2013
Aceito em:
28/10/2013


