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Original Articles

Biosecurity preacautions adopted by professionals working in Audiology

Medidas de biossegurança adotadas por profissionais atuantes em Audiologia

Ana Paula Ferreira Rocha; Bárbara Antunes Rezende; Flávia Aparecida Felipe de Lima; Marina Garcia de Souza Borges; Rafaella Cristina Oliveira; Juliana Nunes Santos

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Abstract

Purpose: to know the Biosecurity practices adopted by Speech Therapists working in the field of Audiology and relate these practices with continuing education and professionals' time of graduation.

Methods: this study subjects were 70 speech therapists working in the field of Audiology in the cities of Belo Horizonte and Contagem. We administered a questionnaire on Biosafety in Audiology, based on Regulatory Norm 32, comprising 27 closed questions, covering aspects of hand hygiene, personal protective equipment, organization and cleanliness of working items and the environment.

Results: most of the speech therapists interviewed reported adopting the following Biosafety actions: hand hygiene before patients care (71%), use of lab coats with long sleeves (74%) and buttoned (91%), hair tied (79%), nails cleaned and cut (91%), separation and disinfection of used items (83%), organization of the environment (97%). However only 40% of them reported washing their hands between patients' appointments and 9% reported glove use when carrying out meatoscopy. It was observed that the allocation of items for disinfection is a routine practice for most professionals with expertise (p <0.05). Professionals with longer time of graduation adhered better to the hand hygiene practice.

Conclusion: washing the hands before the appointments, dressing properly, allocating the items intended for disinfection and organizing the work environment are Biosecurity practices adopted by most of speech therapists. Some factors such as time of graduation and continuous education positively influence the adoption of correct measures on Biosafety.

Keywords

Audiology; Exposure to Biological Agents; Speech, Language and Hearing Sciences; Education, Continuing; Occupational Health

Resumo

Objetivo: explicitar as práticas de biossegurança adotadas por fonoaudiólogos atuantes na área de Audiologia e relacioná-las com a educação continuada e o tempo de formação dos profissionais.

Métodos: participaram deste estudo 70 fonoaudiólogos atuantes na área de Audiologia, nos municípios de Belo Horizonte e Contagem. Foi aplicado um questionário sobre biossegurança em Audiologia, com base na Norma Regulamentadora 32, composto por 27 perguntas fechadas, abordando os aspectos de higienização das mãos, equipamentos de proteção individual e organização e higienização dos artigos e do ambiente.

Resultados: a maioria dos fonoaudiólogos relatou que adota as seguintes medidas de biossegurança: higienização das mãos antes dos atendimentos (71%), uso de jaleco com mangas longas (74%) e abotoado (91%), cabelos presos (79%), unhas limpas e cortadas (91%), separação e desinfecção dos artigos usados (83%) e organização do ambiente (97%). No entanto somente 40% dos profissionais referiram higienizar as mãos entre os atendimentos e 9% referiram o uso de luvas na realização da meatoscopia. Observou-se que a destinação dos artigos para desinfecção é uma prática mais rotineira para profissionais com especialização (p< 0,05). Os profissionais com maior tempo de formação aderiram melhor à prática de higienização das mãos.

Conclusão: higienizar as mãos antes dos atendimentos, vestir-se corretamente, destinar os artigos para desinfecção e organizar o ambiente de trabalho são práticas de biossegurança adotadas pela maioria dos fonoaudiólogos. Fatores como tempo de formação e educação continuada influenciam de maneira positiva na adoção de corretas medidas de biossegurança.

Palavras-chave

Audiologia; Exposição a Agentes Biológicos; Fonoaudiologia; Educação Continuada; Saúde Ocupacional

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Submitted date:
11/17/2011

Accepted date:
01/31/2012

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