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Maximum phonation time of /a/, maximum phonation time predicted and respiratory type in adult women without laryngeal disorders

Tempo máximo de fonação /a/, tempo máximo de fonação previsto e tipo respiratório de mulheres adultas sem afecções laríngeas

Carla Aparecida Cielo; Bruna Franciele da Trindade Gonçalves; Joziane Padilha de Moraes Lima; Mara Keli Christmann

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Abstract

Purpose: to verify the differences between the maximum phonation time /a/ and maximum phonation time predicted in relation to the respiratory type, and correlate the the maximum in adult women with vital capacity within the normal range and without laryngeal affections.

Methods: cross-sectional analytic research, quantitative and retrospective, in the database, 51 female subjects with an otorhinolaryngological diagnosis of absence of laryngeal affections, aged between 18 and 44 years (mean 27.64). It was used: higher value of maximum phonation time /a/, maximum phonation time predicted, vital capacity and respiratory type. The value of maximum time predicted for women, was calculated by multiplying the vital capacity by 0.0051, and the value found was decisive for the classification of phonation time /a/ in normal, below or above expectations.

Results: there were significant differences between maximum time predicted and respiratory type superior (17,44s) and mixed (15,17s). No significant difference phonation time /a/ in different and respiratory type, or correlation between phonation time /a/ and maximum time predicted.

Conclusion: there was no correlation between phonation time /a/ and maximum time predicted and the maximum time predicted was significantly higher in respiratory type superior than in mixed.

Keywords

Voice; Phonation; Vocal Folds; Voice Disorders

Resumo

Objetivo: verificar a diferença entre o tempo máximo de fonação /a/ e tempo máximo de fonação previsto em relação ao tipo respiratório, e correlacionar os tempos máximos em mulheres adultas com capacidade vital dentro da normalidade e sem afecções laríngeas.

Métodos: pesquisa transversal analítica, quantitativa e retrospectiva, em banco de dados, de 51 sujeitos do sexo feminino, com diagnóstico otorrinolaringológico de ausência de afecção laríngea, com idades entre 18 e 44 anos (média 27,64). Utilizaram-se os dados: maior valor de tempo máximo de fonação de /a/, tempo máximo de fonação previsto, capacidade vital e tipo respiratório. O valor do tempo máximo previsto para mulheres foi calculado multiplicando-se a capacidade vital por 0,0051, e o valor encontrado foi determinante para a classificação do tempo de /a/ em normal, abaixo ou acima do previsto.

Resultados: houve diferença significante entre tempo de fonação previsto e os tipos respiratórios superior (17,44s) e misto (15,17s). Não houve diferença significante do tempo máximo de fonação /a/ nos diferentes tipos respiratórios, nem correlação entre tempo de fonação /a/ e tempo previsto.

Conclusão: não houve correlação entre tempo de /a/ e tempo de fonação previsto e este último foi significantemente maior no tipo respiratório superior do que no misto na população estudada.

Palavras-chave

Voz; Fonação; Pregas Vocais; Distúrbios da Voz

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Submetido em:
29/01/2014

Aceito em:
16/05/2014

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