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Modern singing handicap index in singers of traditional and Pentecostal churches

Índice de desvantagem para o canto moderno em cantores evangélicos de igrejas tradicionais e pentecostais

Joel Pinheiro; Perla do Nascimento Martins Muniz; Janine Santos Ramos; Alcione Ghedini Brasolotto; Kelly Cristina Alves Silverio

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Abstract

Purpose: to assess complaints, laryngopharyngeal and vocal symptoms and voice handicap of gospel singers, comparing singers of traditional churches with singers of Pentecostal churches.

Methods: one hundred gospel singers of both genders were evaluated, divided in Traditional group and Pentecostal group. A questionnaire about occupation, voice perception, complaints vocal/laryngeal symptoms and the Modern Singing Handicap Index were applied. The data obtained were statistically analyzed by calculating the average percentage, and compared between groups (Mann-Whitney test with a significance level of 5%).

Results: most gospel singers do not use their voices professionally, and 2% have knowledge of techniques and vocal preparation. The time in singing activities ranged from 6 to 8 hours per week and more than half of the analyzed group reported having good voices. There were no significant differences concerning the vocal and laryngopharyngeal complaints, when comparing both groups. Traditional gospel singers had a higher frequency of vocal symptoms “strong voice” in comparison to Pentecostal singers, considering the male gender (p=0.002). Female Pentecostal singers reported worst result for disability (p=0.008), handicap (p > 0.000) and defect (p=0.004) when compared to traditional female singers.

Conclusion: with the exception of the symptom “strong voice”, which was most reported by the males of the Traditional Group, there were no significant differences regarding vocal abuse and vocal symptoms between the groups. Women of the Pentecostal Group presented worst result in the three subscales, revealing greater voice handicap than women of the Traditional Group.

Keywords

Voice; Voice Disorders; Quality of Life; Religion; Singing

Resumo

Objetivo: verificar queixas, sintomas vocais e laringofaríngeos e desvantagem vocal de cantores evangélicos, comparando cantores de igrejas tradicionais com cantores de igrejas pentecostais.

Métodos: foram analisados 100 cantores evangélicos, de ambos os sexos, divididos em grupos tradicional e pentecostal. Aplicou-se um questionário sobre profissão, autoimagem vocal, queixa, sintomas vocais/laríngeos e o protocolo Índice de Desvantagem Vocal para o Canto Moderno. Os dados obtidos foram analisados estatisticamente por meio do cálculo da média, porcentagem e comparação entre os grupos (Teste de Mann-Whitney com nível de significância 5%).

Resultados: a maioria dos cantores evangélicos não utiliza a voz profissionalmente, e 2% têm conhecimentos sobre técnicas e preparação vocal. O tempo em atividades de canto/ensaio varia de 6 a 8 horas semanais e mais da metade do grupo analisado referiu possuir boa voz. Não houve diferenças significantes quanto às queixas vocais e laringofaríngeas, na comparação entre os grupos. Cantores evangélicos tradicionais apresentaram maior frequência do sintoma vocal “voz forte” quando comparados aos cantores pentecostais, considerando o gênero masculino (p=0,002). Cantores pentecostais do gênero feminino referiram pior resultado para incapacidade (p=0,008), desvantagem (p>0,000) e defeito (p=0,004), quando comparados aos cantores tradicionais do gênero feminino.

Conclusão: Com exceção do sintoma “voz forte” mais relatado pelos cantores masculinos do Grupo Tradicional, não houve diferenças significantes em relação à queixa vocal e sintomas vocais entre os grupos estudados. Mulheres do grupo Pentecostal apresentaram pior resultado nas três subescalas, revelando maior desvantagem vocal do que mulheres do grupo Tradicional.

Palavras-chave

Voz; Distúrbios da Voz; Qualidade de Vida; Religião; Canto

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Submitted date:
19/02/2014

Accepted date:
19/06/2014

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