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Original Articles

Time-compressed speech test: adaptation and validation

Teste de fala comprimida: adaptação e validação

Jordana da Silva Folgearini; Luane Letícia de Almeida Goulart; Débora Durigon da Silva; Fernanda Freitas Vellozo; Carolina Lisbôa Mezzomo; Michele Vargas Garcia

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Abstract

Purpose: to adapt the Time-Compressed Speech Test and verify the applicability of the new test, correlating it with the original.

Methods: the adaptation of Time-Compressed Speech Test was possible through the criterion of phonetic balance. It was used an editing software called Free Audio Editor to cut the words from the original test and generate the new file. From fifty words already presented in the original test, twenty-five were preserved in the new test. For the validation, were evaluated 73 subjects aged from 16 to 30 years-old, who performed the procedures of Hearing Anamnesis and of Auditory Processing, Visual Inspection of the External Acoustic Canal, Pure Tone Audiometry, Speech Audiometry, Acoustic Immittance Measurement, Diotic Testing, original Time-Compressed Speech Test and adapted Time-Compressed Speech Test.

Results: a new list of 25 two-syllable words was created. There were differences between the number of errors and the percentages of correct answers by ear, between the original and the adapted Time-Compressed Speech Test. The strength correlation between the tests was moderate, thus the reference values of the original test could not be used in the adapted instrument.

Conclusion: it was possible to adapt the Time-Compressed Speech Test observing a moderate correlation between both tests and verify the applicability of the Adapted Time-Compressed Speech Test. Therefore, the adapted test needs new reference values, in other words, normality criteria are required.

Keywords

Hearing; Hearing Tests; Speech Discrimination Test; Validity of Tests; Auditory Perception

Resumo

Objetivos: adaptar o Teste de Fala Comprimida e verificar a aplicabilidade do novo teste, correlacionando-o com o original.

Métodos: a adaptação do Teste de Fala Comprimida se deu por meio de critério de balanceamento fonético. Foi utilizado um programa de edição (Free audio editor) para recortar as palavras do teste original e gerar um novo arquivo. Mantiveram-se 25 palavras das 50 já existentes no teste original. Para validação foram avaliados 73 indivíduos com faixa etária de 16 a 30 anos, os quais realizaram os procedimentos de Anamnese Audiológica e de Processamento Auditivo, Inspeção Visual do Meato Acústico Externo, Audiometria Tonal Liminar, Logoaudiometria, Medidas de Imitância Acústica, Testes Dióticos, Teste de Fala Comprimida e Teste de Fala Comprimida adaptado.

Resultados: foi gerada a nova lista com 25 palavras dissilábicas. Houve diferença entre o número de erros e entre as porcentagens de acertos por orelha, entre o Teste de Fala Comprimida e o adaptado. A força de correlação entre os testes foi moderada, não podendo assim ser utilizados os valores de referência do teste original no instrumento adaptado.

Conclusão: foi possível adaptar o Teste de Fala Comprimida constatando uma correlação moderada entre os testes, e verificar a aplicabilidade do Teste de Fala Comprimida Adaptado. Sendo assim, o teste adaptado necessita de novos valores de referência, isto é, de critérios de normalidade.

Palavras-chave

Audição; Testes Auditivos; Testes de Discriminação de Fala; Validade dos Testes; Percepção Auditiva

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Submitted date:
07/03/2016

Accepted date:
25/07/2016

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