Phonological evolution of children with speech disorders submitted to different therapeutic approaches
Evolução fonológica de crianças com desvio fonológico submetidas a diferentes abordagens terapêuticas
Marileda Barichello Gubiani; Márcia Keske-Soares
Abstract
Approximately between 4 or 5 years old, the child has already acquired all the phonemes of the Portuguese adult phonological system. However, this process does not always occur according to expectations, being noted separations/deviations in the acquisition of speech sounds. This study aimed to verify and compare the phonological evolution of, with phonological deviation submitted to phonological therapy associated with the stimulation or not of oral praxis skills. The sample was composed by six subjects (three girls and three boys) aged between 5:4 and 7:0 at the beginning of therapy. The subjects were divided in three groups, all receiving phonological therapy; to one group was added praxis stimulation of face and tongue (GFoLFa); tongue praxis stimulation (GFoL) to another and the third group was submitted only to phonological therapy (GFo). All of them were evaluated before and after therapy regarding: phonological system (Yavas, Hernandorena and Lamprecht, 1991); Orofacial Praxis Test (Bearzotti, Tavano e Fabbro, 2007) and Bucofacial Articulatory Praxis test (Hage, 2000). The results were analyzed descriptively by comparing the three groups. The results evidenced that all groups presented evolution in the phonetic inventory, the GFoLFa obtained bigger evolution in the PCC-R. At this, new ways of study applying this model are suggested, so that these results can be confirmed.
Keywords
Resumo
No Português Brasileiro, aproximadamente entre 4 ou 5 anos de idade, a criança já adquiriu todos os fonemas do sistema fonológico adulto. Porém, este processo nem sempre ocorre de acordo com o esperado, verificando-se afastamentos/desvios na aquisição dos sons da fala. O objetivo deste trabalho foi verificar e comparar a evolução do sistema fonológico de crianças com desvio fonológico submetidos à terapia fonológica, acrescida ou não de estimulação das habilidades práxicas orofaciais. A amostra foi composta por seis sujeitos (três meninas e três meninos), com idades entre 5:4 e 7:0 no início da terapia. Os sujeitos foram divididos em três grupos, recebendo todos terapia fonológica, sendo os do grupo estudo tratados com estimulação de habilidades práxicas de face e língua (GFoLFa), e com exercícios de habilidades práxicas de língua (GFoL), e o grupo controle submetido apenas à terapia fonológica (GFo). Todos foram avaliados pré e pós-terapia quanto ao sistema fonológico (Yavas, Hernandorena e Lamprecht, 1991); ao Teste de Praxias Orofaciais (Berzoatti, Tavano e Fabbro, 2007); e ao Teste de Praxias Articulatórias e Bucofaciais (Hage, 2000). Os resultados foram analisados e descritos comparando os três grupos. Os resultados obtidos evidenciaram que todos os grupos apresentaram evoluções no inventário fonético, o GFoLFa obteve evoluções maiores no PCC-R. Conclui-se que os grupos que receberam intervenção práxica obtiveram maiores evoluções fonológicas, porém, sugerem-se novos estudos aplicando este modelo, para que possam ser confirmados esses resultados, com outras amostras.
Palavras-chave
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Submitted date:
30/06/2011
Accepted date:
09/01/2012


