Newborn hearing screening program: the influence of the lifespan of newborns in the research of transient otoacoustic emissions
Programa de triagem auditiva neonatal: influência do tempo de vida dos recém-nascidos na pesquisa das emissões otoacústicas transientes
Ângela Ribas; Juliana Cabral; Vania Gonçalves; Claudia G. O. Gonçalves; Lorena Kozlowski
Abstract
Purpose: this study seeks to analyse the results of neonatal auditory screening by means of transient otoacoustic emissions in newborn babies in relation to their different lifespans.
Method: the medical charts of 1689 babies, previously analysed in 2008, were evaluated in two maternity wards of SC. The babies were divided into two groups: in group 1 screening had been completed in the first 24 hours after birth, and in group 2, it had been completed between 24 and 48 hours after the babies' birth.
Results: in group 1, of the 894 babies submitted to NAC, the index of "failure" was 4.5%, equivalent to 39 babies. In group 2, of the 795 babies and 1.5% (12) "failed" the test. The findings demonstrated that NAC carried out by means of TOAE in the babies during the first 24 hours of birth presented a higher "failure" index than NAC completed after 48 hours of birth.
Conclusion: NAC should be completed at the maternity wards before hospital discharge, but only after the first 24 hours of life due to the great incidence of artifacts that may be encountered.
Keywords
Resumo
Objetivo: este estudo visa analisar os resultados da triagem auditiva neonatal por meio das emissões otoacústicas transientes em bebês recém-nascidos em relação a diferentes tempos de vida.
Método: foram analisados os prontuários de 1689 bebês avaliados no ano de 2008, em duas maternidades de Santa Catarina. Os bebês foram divididos em dois grupos: no grupo 1 a triagem foi realizada nas primeiras 24 horas após o nascimento, e no grupo 2, foi realizada entre 24 e 48 horas após o nascimento dos bebês.
Resultados: no grupo 1, dos 894 bebês submetidos a triagem, o índice de "falha" foi de 4,5%, equivalente a 39 bebês. No grupo 2, dos 795 bebês, 1,5% (12 bebês) "falharam" no teste. Os achados demonstraram que a triagem realizada por meio das emissões otoacústicas transientes nos bebês nascidos nas primeiras 24 horas apresentaram maior índice de "falha" do que a triagem realizada após 48 horas do nascimento dos bebês.
Conclusão: a triagem auditiva neonatal deve ser realizada nas maternidades, antes da alta hospitalar, porém, após as primeiras 24 horas de vida, a fim de evitar a interferência de artefatos.
Palavras-chave
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Submitted date:
08/15/2012
Accepted date:
03/18/2013


