Vocal self-perception of professional singers
Autopercepção vocal de coristas profissionais
Fernanda Salvatico de Aquino; Lídia Cristina da Silva Teles
Abstract
Purpose: to identify the vocal self-perception level of the vocal aspects, on the singers of a professional chorus.
Method: participated 44 choristers, with ages between 20 and 75 years (51.5 ± 14.36) of both genders. All answered a questionnaire with 30 objective questions about complaints and self-perception of singing and speaking voice; experience in singing and vocal habits related to vocal health.
Results: all the choristers self-defined your voices with positive characteristics, no statistically significant difference between spoken and singing voice. The choristers identified characteristics negatives to spoken voice and to singing voice, with statistical difference. Vocal complaints rate was 31% and 25% for spoken voice and singing voice respectively, but no statistical difference. 43% of participants were singing classes with an average time of 1.95 years (± 2.29 years) and the time of participation in chorus was 17.74 years (± 18.45 years). About the habits, the average daily water intake was 1.7 liters (± 0.92 liters); 50% of the choristers drinks alcohol regularly; the numeric index of smokers was 4.5% and 22% of the choristers reported to have abandoned the use of cigarettes. There were no statistical correlation between smoking, drinking and singing experience with vocal complaints.
Conclusion: conclude that the choristers analyzed have good level of self-perception of their vocal aspects, which suggests that chorus singing have importance in promotion of vocal health.
Keywords
Resumo
Objetivo: identificar o nível de autopercepção vocal de cantores de um coral profissional.
Método: participaram 44 coristas, com idades entre 20 e 75 anos (51,5 ± 14,36), de ambos os sexos. Estes responderam a um questionário com 30 questões objetivas sobre autopercepção vocal e queixas da voz cantada e falada; experiência com o canto e hábitos relacionados ao bem estar vocal.
Resultados: todos os coristas auto definiram suas vozes com características positivas, não apresentando diferença estatística entre voz falada e cantada. Os coristas identificaram também características vocais negativas para voz falada e cantada, sendo que foi encontrada diferença estatística. O índice de queixas vocais foi de 31% para voz falada e 25% para voz cantada, sem apresentar diferença estatística. 43% dos participantes realizaram aulas de canto, com tempo médio 1,95 anos (± 2,29 anos) e o tempo de participação em corais variou de seis meses a 66 anos, com tempo médio de 17,74 anos (± 18,45 anos). Quanto aos hábitos relacionados ao bem estar vocal, o índice médio de ingestão diária de água foi de 1,7 litros (± 0,92 litros); 50% dos coristas fazem ingestão de álcool com frequência; o índice numérico de tabagistas foi de 4,5% e 22% dos coristas são ex-tabagistas. Não foram encontradas correlações estatísticas entre tabagismo, etilismo e experiência no canto com queixas vocais.
Conclusão: os coristas avaliados apresentaram um nível elevado de autopercepção de seus aspectos vocais, podendo sugerir que o canto coral desempenha um papel importante na promoção do bem estar vocal.
Palavras-chave
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Submetido em:
28/06/2012
Aceito em:
15/04/2013


