Brainstem auditory evoked potential response in the prognosis of superficial coma
Potencial evocado auditivo de tronco encefálico no prognóstico do coma superficial
Libia Camargo Ribeiro Leite; Maira de Victor Francisco; Sinésio Grace Duarte; Cristiane Fregonesi Dutra Garcia; Samanta Natália Bizinoto
Abstract
The coma is the persistent reduction consciousness level, not responsive to stimuli, due to low brain activity. To check the consciousness level, a feature often used is the Glasgow Coma Scale. Another method that was been showing up is the Brainstem Evoked Response Audiometry, that evaluates the activity of the ascending auditory pathways from the midbrain to the peripheral route. The test is simple, immune to depressant drugs and electrically charged environments, being the most suitable potential for monitoring the coma. The aim of his study was to examine the characterization of Brainstem Evoked Response Audiometry in mild coma (Glasgow 7-8) and its contribution. We conducted a prospective cross-sectional study in two patients in coma (Glasgow 7), state secondary to head trauma. The test results showed the presence of electrical activity on the entire route in both cases studied, with differences changes relative to the decrease in interpeak latency, morphology, and replication of the waves. These differences were contemplated whit the evolution the each case: case 1 was favorable, but the second died. These results confirm the findings in the literature that describes the Brainstem Evoked Response Audiometry normal are associated with good outcome, while abnormal results are poor prognosis flags.
Keywords
Resumo
O coma é a redução persistente do nível de consciência, arresponsivo a estímulos, devido à baixa atividade cerebral. Para verificar o nível de consciência, um recurso frequentemente utilizado é a Escala de Coma de Glasgow. Outro método que se destaca é o Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico, o qual avalia a atividade elétrica das vias auditivas ascendentes, desde o trajeto periférico até o mesencéfalo. O exame é simples, imune a medicamentos depressores e ambientes eletricamente carregados, sendo o mais adequado dos potenciais para a monitoração dos estados de coma. O presente estudo teve por objetivo verificar as características do Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico no estado de coma leve (Glasgow 7 – 8) e suas respectivas contribuições. Foi realizado um estudo prospectivo transversal em dois pacientes em coma (Glasgow 7), estado secundário a traumatismo cranioencefálico. Os resultados do exame evidenciaram presença de atividade elétrica em toda extensão da via estudada, em ambos os casos, com indicações de diferentes alterações, quanto à redução na latência entre os intervalos, morfologia e replicação das ondas. Tais diferenças foram contempladas com a evolução de cada caso: caso 1 evoluiu a alta hospitalar e caso 2 evoluiu a óbito. Os resultados confirmaram os achados da literatura, que descreve que a presença do Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico normal está associada à boa evolução do caso clínico, enquanto alterações no exame podem sinalizar para um mau prognóstico.
Palavras-chave
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Submitted date:
11/21/2012
Accepted date:
04/15/2013


