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https://www.revistacefac.org.br/article/doi/10.1590/S1516-18462013005000007
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Biosafety in Speech, Language and Hearing Sciences

Biossegurança em fonoaudiologia

Marcela do Amaral de Albuquerque; Valéria da Rocha Silveira Bernardo; Luciana de Ornellas Silva; Leila Coelho Nagib; Silvana Frota

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Abstract

Purpose: research, among a group of speech pathologists, the degree of knowledge and use of standards of biosafety in clinical routine.

Method: a survey was conducted through a questionnaire answered by one hundred professionals from different areas (Clinical Audiology, Occupational Audiology, Voice, Neonatology, Language, Orofacial Motricity and more than one performing area). Each item, responded in a positive way, corresponding to 1 or 2 points and the maximum score (100%) corresponding to 80 points. The responses were analyzed and the found scores were standardized, or converted into percentage index indicating its performance. The percentage value of each questionnaire could vary from 0 to 100%, and the greater the percentage obtained, the more knowledge and applicability of standards of biosafety professionals in the clinical routine. Tracks were taken (0-25%), (26-50%), (51-75%) and (76-100%) to distinguish the level of knowledge and application of precautionary measures by the participants.

Results: of one hundred speech therapists assessed by the questionnaires (100%), 1% obtained the percentage in the range (0 to 25%), 45% (26 to 50%), between 50% (51 to 75%) and 4% (76 to 100%).

Conclusion: the most of the professionals who participated knows and applies biosafety measures.

Keywords

Exposure to Biological Agents; Occupational Risks; Speech, Language and Hearing Sciences

Resumo

Objetivo: pesquisar, entre um grupo de fonoaudiólogos, o grau de conhecimento e utilização das normas de biossegurança na rotina clínica.

Método: foi realizada pesquisa por meio de um questionário respondido por cem profissionais de diferentes áreas de atuação (Audiologia Clínica, Audiologia Ocupacional, Voz, Neonatologia, Linguagem, Motricidade Orofacial e que atuam em mais de uma área). Cada item, respondido de forma positiva, correspondia a 1 ou 2 pontos, sendo a máxima pontuação (100%) correspondendo a 80 pontos. As respostas obtidas foram analisadas e as pontuações encontradas, padronizadas, ou seja, transformadas em índices percentuais indicando seu desempenho. O valor da percentagem de cada questionário poderia variar de 0 a 100%, sendo que quanto maior a percentagem obtida, maior o conhecimento e aplicabilidade das normas de biossegurança pelo profissional na rotina clínica. Foram adotadas as faixas de (0-25%), (26-50%), (51-75%) e (76-100%) para distinguir o nível de conhecimento e aplicação das medidas de precaução pelos participantes.

Resultados: dos cem fonoaudiólogos avaliados por meio dos questionários (100%), 1% obteve a percentagem na faixa de (0 a 25%), 45% em (26 a 50%), 50% entre (51 a 75%) e 4% (76 a 100%).

Conclusão: a maioria dos profissionais que participaram conhece e aplica as medidas de biossegurança.

Palavras-chave

Exposição a Agentes Biológicos; Riscos Ocupacionais; Fonoaudiologia

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Submitted date:
27/06/2011

Accepted date:
01/04/2012

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